5:30 da manhã a Marcela acordou para mamar e me chamou de dentro do carrinho com seu costumeiro "eh, eh, eh". Amamentei, fui olhar a fralda e lá estava ele! Grudado na barriguinha, bem abaixo do cotoco que sobrou.
Na última ultrassonografia deu pra ver que o cordão umbilical era grosso e, quando ela nasceu, este foi o comentário geral. O pediatra, a GO, minha mãe, tia Maria Luisa, as enfermeiras, todos comentavam que ia demorar para cair...
E umbigo de bebê é uma agonia, né? Dar banho, trocar fralda, pegar no colo com aquele pedaço de carne pendurado dá medo de machucar, mesmo sabendo que o cordão não possui terminações nervosas e que o bebê, teoricamente, não sente nada.
Teoricamente, porque acho que a Marcela sentiu. A enfermeira do hospital disse que era para colocar o umbigo para fora da fralda RN e assim nós fazíamos todos os dias (nós = mamãe e eu). Só que lé pelas tantas as fraldas começaram a machucar o umbigo, saía um sanguinho e ela chorava na hora do álcool.
Quando fomos ao pediatra ele disse que isso de deixar o umbigo pra fora era mais para menino, por causa do xixi que vai pra cima, mas que menina podia colocar pra dentro. Mandou que tracionássemos bem o umbigo para colocar o álcool lá no fundinho.
Mas nós continuamos colocando o umbigo pra fora, como na foto ao lado, o problema é que bebê não é boneco. Eles mexem. E a fralda saía do lugar, encostava no umbigo e saía sangue.
Liguei pro pediatra e começamos a usar a fralda P por cima do umbigo. Foi melhor.
Então hoje, 12 dias depois do nascimento, ele caiu! Uma felicidade! Marcela entregou o umbigo para a vovó enterrar na chácara, em Brasília.
Amanhã vamos levá-la no pediatra para pesar e pedir pra ele dar uma olhada. Parece que ficou um pedaço... algo nada parecido com o que eu vejo na internet...


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